Informação sobre vitiligo, causas, sintomas e tratamento do vitiligo, identificando o seu diagnóstico e fornecendo informação importante sobre esta patologia, com dicas que possam permitir a cada pessoa minimizar o impacto psicológico do vitiligo.


Formas clínicas do vitiligo

Nas últimas décadas foram propostos diferentes sistemas de classificação clínica do vitiligo, por se reconhecer que nem todos os casos de vitiligo se comportam da mesma forma ou têm as mesmas características. Lerner inicialmente, classificou a doença, com ênfase na localização das lesões, em vitiligo vulgar (mais comum), vitiligo segmentar, vitiligo focal ou parcial, vitiligo universal e vitiligo perinévico (nevus de Sutton). Koga, baseando-se em parâmetros clínicos (morfologia, progressão, prognóstico e tratamento) e patogenéticos, dividiu didaticamente o vitiligo nas  formas clínicas   não-segmentar (tipo A) e segmentar (tipo B). A forma não-segmentar é a mais comum, caracteriza-se por poucas ou várias manchas geralmente distribuídas simetricamente, pode apresentar evolução crônica e instável, e apresenta frequente associação com o fenômeno de Koebner e com doenças autoimunes, como o nevo de Sutton, distúrbios da tireóide, diabetes juvenil, anemia perniciosa e doença de Addison. O vitiligo segmentar é mais raro, as manchas distribuem-se unilateralmente na região de um dermátomo, e caracterizase pelo início precoce, evolução rápida e posterior persistência sem mudanças.


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